Domingo, Setembro 28, 2008

Eu estava aqui estudando-sem-parar-e-sem-tempo-algum-pra-postar-no-meu-blog e resolvi ver um pouco de esporte, alguns diriam que pra de certa forma descontar minha agressividade, mas na verdade eu acho que é pra despertar a agressividade. Pois é rapaz! Não se pode nem tentar uma horinha de puro des-compromisso com qualquer coisa, lazer desinteressado, ver o time do coração jogar, a seleção (futebol, vôlei, o-raio-que-o-parta), enfim, não se pode sequer assistir ao noticiário esportivo sem se deparar com aquela diarréia-comentarista-esportiva. Poxa, de TV/rádio eu só vejo esporte porque considero esses veículos de comunicação uma bela de uma porcaria, mas esses galvões buenos da vida fazem da ala esportiva um desastre ainda pior. Eu juro que quando o nosso ilustríssimo Galvão Bueno vem com aquela história de “força mental” eu não sei se ele ta falando sério, ou se é alguma piadinha que não entendi, de verdade! Caramba, com todo respeito a quem gosta, mas, alguém manda esse cara parar com essa história senão daqui a pouco vamos ter mais uma bela publicação de auto-ajuda: “’Como ter a força mental de um vencedor’, por Galvão Bueno, é, ele mesmo, aquele que te faz desistir de ver esporte na Globo e optar pelo não-sei-o-quê-do-Vale-lá-da-Band”. É, e esse cara Band também não fica pra trás... Esses dias, comentando o porquê do apelido de um jogador (o “jajá” de não-sei-que-time que, quando chamado pela mãe costumava dizer “jajá eu vou”), afirmou: “É, o folclore brasileiro é coisa de cinema!” Se é coisa de cinema eu não sei, mas, com todo respeito a essas digníssimas pessoas, que os comentaristas esportivos brasileiros são coisa de papel higiênico, ah, isso eles são! Como diria o cara lá da Band, “disso eu tenho a suposição exata!” Eita vida...

Ninguém às 7:05 PM |

Terça-feira, Setembro 09, 2008

Bom, é isso. Bem vindo novamente, ou não, ao Palavras de Ninguém. Um lugarzinho assim, que nem chega a ser realmente um lugar, bem sem importância nem motivo, razão, sentido ou qualquer dessas besteiras todas sem qualquer significado realmente importante. Alias, sem nada que realmente importe também, ora essa!

Talvez um dia chegue a ser um blog, uma página na internet com escritos importantes somente para quem escreveu, ou nem mesmo pra tal pessoa. Alias, qualquer dia desses ela os apaga e começa tudo novamente. Como se ao menos alguma coisa na vida fosse assim, pronta pra ser esquecida, apagada, deletada e recomeçada a qualquer momento.

Não procure aqui nada de substancioso, inteligente, útil, sábio. Nem nada que demonstre experiência de vida ou qualquer coisa que o valha. Muito menos informações interessantes sobre aquilo que você deveria saber ou estar fazendo ao invés de ler essa porcaria. Às vezes, como alguns sentem vontade de relatar cada mínimo detalhe desinteressante de sua própria vida pra que qualquer pessoa possa ler e opinar, outros sentem necessidade de transformar os pensamentos em uma bola de caracteres sem sentido algum, e, por algum motivo qualquer, de publicá-los sem qualquer intenção de que sejam realmente lidos e coisa e tal. Pois é, num é?

Ninguém às 6:12 PM |

Ninguém
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